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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Quem são os Illuminati?


Algumas pessoas têm me contatado para obter informações sobre os Illuminati. A seguir, disponibilizo a resposta que dei a uma pessoa amiga.
Ótima leitura!

Resposta:


Você perguntou sobre os Illuminati. William Schnoebelen, ex-maçom, escreveu um livro intitulado “Maçonaria Por Trás da fechada de Luz” (Brasília: Propósito Eterno Editora, 2006) onde ele explica o significado da palavra Illuminat. Ele chama de “teóricos em conspirações” (p. 152) aquelas pessoas que afirmam ser esse grupo um “governo vasto e sombrio que busca dominar o mundo” (Ibidem). Ele está certo: há realmente aqueles que têm uma “síndrome de perseguição religiosa” e que “encontram” nas sociedades secretas pessoas “dispostas a persegui-las” por causa da fé. Isso é um exagero. Veja o que Schnoebelen escreveu sobre eles:


“O termo é o plural da palavra latim Illuminatus, que significa ‘o que é iluminado’. Desse modo, significa que uma pessoa recebeu por inteiro a iniciação que lhe foi oferecida pela maçonaria.
“Tecnicamente falando, um Illuminatus é um mestre maçom que recebeu toda ‘luz’ que a maçonaria pode conceder. Ele está além do 33º grau! (último grau de conhecimento na maçonaria) Tais pessoas são conhecidas como Mestres do Templo e são conhecidas coletivamente por outros nomes, além de os Illuminati.” (p.p. 152, 153).


Não devemos dar atenção ao grande número de artigos na Internet que mais se preocupam em alarmar do que instruir. Nossa preocupação não deve ser com algum ramo da maçonaria (mesmo que essa tenha um papel significativo no desenrolar da história) e sim em estarmos preparados para a Volta de Jesus (Ap 1:7) e não aceitarmos o sinal do poder representado pela besta de Apocalipse 13.


Se nos mantivermos fiéis a Deus nos últimos momentos da história, a graça de Cristo nos ajudará a sairmos vencedores na batalha entre o bem e o mal – mesmo que o diabo invista todo seu poder maligno para nos prejudicar. A comunhão com Cristo (Mt 11:28-30) e o conhecimento das profecias de Daniel e Apocalipse nos prepararão para enfrentarmos os acontecimentos que ocorrerão nos últimos dias: “Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia [do livro do Apocalipse] e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.” (Ap 1:3).

Por isso, recomendo que adquira os livros “Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel” e “Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse”, de C. Mervyn Maxwell, com a editora Casa Publicadora Brasileira. Poderá acessar o site www.cpb.com.br ou telefonar para 0800 979-0606.
Deus lhe abençoe ricamente,

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A "Mãozinha boba" Diferença entre carinho e carícias

É até engraçado falar "Mãozinha" que de boba não tem nada! É uma "pegação", "apertação"... Primeira coisa a entender: CARINHO É DIFERENTE DE CARÍCIAS. Tire a idéia de achar que mulher é corrimão de escada! Ela é Templo de Deus.
               Para melhor compreensão vamos entender o seguinte: para que se tenha carinho e carícias, a princípio precisa existir intimidade, que não pode ser entendida por genitalidade.

               Intimidade é expressar afeto por uma pessoa, partilhar os sentimentos numa verdadeira comunhão; é uma unidade interior que aproxima sem reservas, máscaras, interesses; a intimidade brota da amizade sincera entre duas pessoas, por isso não deve ser confundida com genitalidade. Posso ser íntimo de uma pessoa e não envolver-me sexualmente com ela. Exemplo: amigos.

               Os carinhos são manifestações de afeto, expressos não numa forma sensual e erótica, mas de sentimentos vindos do coração de quem ama; são sinais nítidos de quem está enamorado. O jeito como se olha, o pegar nas mãos, o abraçar no sentido de proteger, o beijar demonstrando o gostar, o fazer "cafuné", o beijo no rosto, na boca e todos os carinhos que não tenham apelo pelo sexo/genital. Fazer carinho não para provocar, estimular sexualmente o outro. O carinho é de extrema importância: é por ele que vamos aprendendo e exercitando o amor-doação, o querer bem, o sair de mim indo de encontro ao outro. Carinho é ótimo, quem não gosta?

               Carícias são bem diferentes: a "Mãozinha boba" conhece bem. Ela tem apelo sexo/genital a fim de causar prazer, estimulando à sensualidade e a erotização. A mãozinha nesta história percorre todo o corpo, principalmente nas "zonas erógenas". As carícias são bem diretas: é uma mordidinha na orelha ou uma passada de língua causando arrepios, uma fungada mais provocante na nuca, uma apertadinha "básica" nos seio, no bumbum, ou até mesmo pegando e apalpando os órgãos genitais, trocando assim as carícias e levando à masturbação a dois.

               No Namoro Cristão é preciso estar atento para que do carinho não se passe para as carícias, ultrapassando o "sinal vermelho". O limite ente um e outro é muito sutil e, às vezes, imperceptível; quando percebe já estão se acariciando. Os hormônios entram em ebulição e nesta hora é preciso ter controle, mandar parar mesmo! Vai tomar um copo d'água!
               Os garotos, principalmente, devem estar em vigilância. Mas como demonstram incompetência, não exercitam o autocontrole, precisam ser ajudados pelas meninas no que se refere a limites, mas têm a mesma responsabilidade de pôr limites. É preciso saber que os rapazes são diferentes das moças na questão psicossexual, mas o autodomínio é o mesmo.
               No namoro do mundão, a "mãozinha" tem livre acesso. O espaço geográfico mais conhecido é do umbigo para baixo e, do umbigo para cima, as relações nestes namoros limitam-se apenas na superficialidade: não se conhece o coração, sentimentos, problemas, nada que se passa no interior de quem namora. Muito menos se conhece a pessoa. Aí se casa e só depois vai conhecer com quem se casou. Por isso há tantos casamentos que não dão certos: porque o namoro começou errado. Têm-se primeiro intimidades físicas para só depois conhecer o coração e saber quem é realmente a pessoa.

Até que ponto podem chegar as carícias do namoro de um jovem cristão?

carinho moderado entre namorados não é pecado. Contudo, o carinho que envolva toque nos órgãos genitais ou seios, mesmo que sobre a roupa, é uma forma de antecipar esse pecado. E nesse caso pode ser pecado sim, pois toda atividade sexual fora do casamento é pecado.

Além disso, a intimidade entre namorados tende a não ficar restrita somente ao toque, abraços, beijos, mas gradualmente a evoluir para algo mais profundo e emocionante. Aí então é que está o perigo, pois para chegar ao ato sexual propriamente dito é só questão de tempo. E uma vez consumado o pecado, consome-se também a morte daquelas almas: Ninguém, ao ser tentado, diga: sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá a luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte (Tg 1:13-15)

SER JOVEM, NUMA PERSPECTIVA CRISTÃ

Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas. Afasta, pois, do teu coração o desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade. Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles prazer! (Livro de Eclesiastes, 11:9,10 e 12:1)


Aqui há quase um paradoxo. O jovem deve se recrear, andar por caminhos que alegram o coração e agradam os olhos. Ele, porém, deve saber que os atos da juventude podem deixar marcas e seqüelas. Por isso, a recomendação é no sentido de que se experimente a vida com bom-senso, buscando sempre os "bons prazeres". Isto porque no desejo de atender às demandas do coração nos dias da mocidade, e na intenção de andar por caminhos que satisfazem aos olhos, pode-se entrar no caminho da dor e do desgosto. Por isso, os "bons prazeres" precisarem ser vividos sem "os maus prazeres". Sim, há bons prazeres e maus prazeres nesta existência.


A recomendação, portanto, é para que se remova do coração o desgosto, e da carne a dor. Do contrário, a estação que é primavera da existência pode ser a fomentadora das dores existenciais de toda a vida. Ora, na minha maneira de ver, a "igreja" decidiu que não há bons prazeres e nem maus prazeres, visto que, para ela, o prazer em si é mau. E é em razão disto que se instalam na alma dos crentes os “vazios” nos quais entram os maus prazeres. O que estou dizendo? Sim, o que digo é que a tentativa de viver sem prazer cria o espaço para os maus prazeres, visto que a repressão do bom prazer gera as pulsões interiores que explodirão como maus prazeres. O que precisamos saber é que é assim que a alma funciona. Se você faz SUPRESSÃO e sublima um desejo ou sentimento, não sendo uma decisão do equilíbrio, isto mesmo voltará como tormento. E se alguém faz REPRESSÃO de sentimentos e desejos, eles voltarão como compulsões, e, dependendo do nível da repressão, podem aparecer como taras, fetiches e desejos incontroláveis.
(...) Assim, aproveite o vigor e a vitalidade da alma e suas constelações da poesia.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O Dom de línguas – 1 Coríntios 14:13

O Dom de línguas – 1 Coríntios 14:13


Os irmãos da igreja de Corinto estavam fazendo o uso errado do dom de línguas. Quando lemos especialmente o capítulo 14, percebemos que eles:


1) Não usavam o dom com o propósito evangelístico, pois falam de maneira que os estrangeiros não entendiam – versos 9 e 11;

2) Preocupavam-se mais em “aparecer” do que edificar a igreja – versos 22 e 12;

3) Quando alguém falava em línguas (no grego, o termo significa “idiomas”), tal pessoa não sabia o que dizia ou não possuía um intérprete para ajudá-la – versos 13 e 27;

4) Usavam o dom de forma desordenada – versos 27, 33 e 40.

Com base nesse contexto fica mais fácil compreendermos 1 Coríntíos 14:13. Paulo está dizendo, em outras palavras: “se não há uma pessoa que interprete o dom, então, você que fala em línguas, ore para que Deus dê a você a capacidade de traduzir para os estrangeiros que assistem ao culto a fim de que eles entendam a mensagem e aceitem a Jesus como Salvador”.

Embora alguns cristãos creiam que o dom de línguas em 1 Coríntios 14 seja diferente, ou seja, de uma forma “estática” e “ininteligível”, acreditamos ser ele da mesma natureza de Atos 2, Atos 10 e 19 (assim como em Marcos 16:17) por vários motivos, entre eles:

1) A expressão grega para “língua”, usada em Coríntios é a mesma utilizada em Atos 2: “glôssa”, que significa “língua de nações” ou “idiomas”;

2) O verbo grego “falar” – “laléo” no mesmo capítulo refere-se à “linguagem humana usual”, do “dia-a-dia”;

3) Na expressão “línguas estranhas”, o termo “estranhas” não se encontra no original grego, contrariando assim a ideia de alguma manifestação incompreensível do dom. Veja a tradução da Nova Versão Internacional: “Pois quem fala em uma língua [ou outro idioma] não fala aos homens, mas a Deus. De fato, ninguém o entende; em espírito fala mistérios” 1 Coríntios 14:2..

Desse modo, o dom de línguas de 1 Coríntios 14 (e de outros textos) era o mesmo dado pelo Espírito Santo na ocasião do Pentecostes. E, o problema na igreja de Corinto girava em torno da forma desordenada como o dom era usado.

O dom de línguas tem propósitos evangelísticos. Se o evangelho não for compreendido, as pessoas não serão salvas.
Biblicamente, há apenas um tipo de dom de línguas: aquele pelo qual as pessoas entendem a vontade de Deus para a vida delas.

terça-feira, 26 de abril de 2011

VOCÊ FAZ sexo COM prazer ou POR PRAZER???

Você faz sexo COM prazer ou POR prazer?

Uma das perguntas mais freqüentes que recebo diz respeito à maneira de se fazer sexo. Cada e-mail e carta que leio fazem com que reforce minha opinião de que as igrejas precisam investir ainda mais em cursos preparatórios para o casamento. Quero que a resposta a seguir lhe motive a continuar em sua busca pelas orientações de Deus referentes ao ato conjugal. Recomendo que leia bons livros cristãos com seu cônjuge (ou quando estiver no noivado, não sendo casado no momento), o que será uma forma agradável (e correta) de aprender sobre um aspecto tão importante da vida.

Vamos à resposta à pergunta frequente que chega até mim: é pecado praticar sexo oral e sexo anal?”
O sexo é um presente de Deus para os casais casados (Gênesis 2:24) dado para a procriação (Gênesis 1:28) e para o prazer e deleite (Provérbios 5:18, 19; Livro de Cânticos). Portanto, a relação sexual dentro do contexto do casamento, que envolve segurança, não é pecado.


Sobre a forma de praticar o sexo, a Bíblia apresenta alguns conselhos. Deus, o criador do prazer sexual, projetou o nosso corpo para que possa desfrutar da relação da maneira mais prazerosa e saudável.
A Bíblia CONDENA: 
 
1) O sexo anal – 1Cor. 6:9 (termo “sodomia”). O ânus não possui lubrificação própria e não foi projetado pelo Criador para ser penetrado com o pênis, algo doloroso para a grande maioria das mulheres. Especialistas dizem que os músculos desta região do corpo ficam mais fracos, causando dificuldades para segurar as fezes. Além disso, as bactérias anais, quando entram em contato com a vagina da mulher durante a penetração vaginal, produzem infecções, e bem desagradáveis. O corpo é o templo do Espírito Santo (1Cor. 3:16, 17; 6:19, 20), ou seja, SAGRADO. Não deve sofrer lesões e precisa ser cuidado para que qualquer tipo de infecção não prejudique seu bom funcionamento.


2) Sexo durante o período menstrual – Lev. 18:20. As paredes vaginais ficam sensíveis durante o período menstrual e a penetração pode causar maiores sangramentos. Algumas mulheres que têm grande vontade de fazer sexo nesse período optam por ser acariciadas manualmente pelo marido quando há uma pequena pausa na menstruação. Outras, inclusive os maridos, não suportam nem pensar em tal possibilidade de satisfação.
Para mais informações sobre práticas sexuais ilícitas, ler todo o cap. 18 de Levítico.
A Bíblia NÃO SE POSICIONA:
 
1) Sobre o sexo oral – os especialistas cristãos diferem em seus pontos de vista sobre este assunto. Alguns acham que não há problemas em o casal fazer carícias orais antes da penetração se ambos forem pessoas saudáveis. Outros acreditam que os tecidos bucais não são resistentes às bactérias genitais e, portanto, não recomendam.

2) Sobre o tipo de posição que o casal pode adotar ao fazer sexo.
1 Coríntios 7:3-5 apresentam orientações que podem ajudar o casal a decidir sobre como dar prazer ao outro (o sexo não pode ser egoísta):

a) Verso 3 – cada um deve conceder aquilo que é devido à pessoa amada. Marido e mulher precisam entrar num consenso ao expor a forma como gostariam de ser acariciados (com carícias orais ou não);
b) Verso 4 – tanto um quanto o outro têm o dever de satisfazer o desejo sexual do outro, quando houver condições físicas e psicológicas para isso, é claro;

c) Verso 5 – marido e mulher não devem ficar muito tempo sem fazer sexo porque satanás pode aproveitar a situação e colocar outra pessoa no caminho.

Concluindo: o casal cristão não deve praticar aquilo que Deus condena na Bíblia e, sobre aquilo que não foi relevado, ambos precisam dialogar e decidir JUNTOS, considerando o princípio de Rom. 14:22, 23. JAMAIS o cônjuge deve ser pressionado ou obrigado a fazer aquilo que não quer, pois não respeitar a sensibilidade e a consciência moral do outro se constitui em GRAVE pecado.

Deus lhe abençoe ricamente,

“Ninguém subiu ao céu” – João 3:13

“Ninguém subiu ao céu” – João 3:13

A Bíblia afirma que muitos foram levados ao Céu quando Cristo ressuscitou… Em outro texto Jesus diz que ninguém subiu ao Céu… Como harmonizar isso?

Uma das perguntas feitas no blog.
A Bíblia diz que Enoque, Moisés e Elias foram levados ao Céu em vida (Gênesis 5:24, Hebreus 11:5; Deuteronômio 34:6, Mateus 17:1-8, Judas 1:9; 2 Reis 2: 9-14 – Moisés foi ressuscitado).
Mas, em João 3:13 relata: “Ora, ninguém subiu ao céu senão aquele que de lá desceu, a saber, o filho do homem”. Como entender essa aparente contradição?


João 3:13 é compreendido à luz de seu contexto interno (o que vem antes ou depois do verso). Lendo a partir do primeiro verso, vemos que Jesus está dirigindo o assunto a Nicodemos, que estava com dificuldades de compreender a doutrina do Senhor.


O verso 12 é a chave para a interpretação. Jesus diz a Nicodemos que, se não crer nas coisas terrenas explicadas por Ele (que ilustravam o Novo Nascimento), como poderia crer nos assuntos celestiais?
Analisando conjuntamente os versos 12 e 13, vemos que Jesus diz que “ninguém subiu ao céu para falar das coisas celestiais se não aquele que de lá desceu, o filho do homem” (Cristo).
Adam Clarke apresenta o seguinte comentário:


“Parece haver aqui uma expressão figurada, indicando que ninguém conhece os mistérios do reino de Deus como lemos em Deut. 30:12; Sal. 73:17; Prov. 30:4; Rom. 11:34. A expressão pode ser compreendida, relacionando-a com a seguinte máxima: Para estar perfeitamente familiarizado com os acontecimentos de um lugar é necessário que a pessoa esteja no lugar. Nosso Senhor provavelmente pretendia corrigir uma falsa noção dos judeus, a saber, que Moisés ascendera ao céu para receber a lei” [Citado pelo Professor Pedro Apolinário em Leia e Compreenda Melhor a Bíblia (Instituto Adventista de Ensino, Agosto de 1985. 2a Edição Ampliada), pág. 130.]
Portanto, este versículo não se refere a Enoque, Moisés ou Elias, pois seus nomes nem são mencionados. Afirma que ninguém subiu ao céu e de lá desceu para falar das coisas de Deus, a não ser Jesus Cristo, que é o próprio Deus encarnado (João 1:1-3; 14).
Sempre que precisar de ajuda conte comigo.


Um abraço,